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Minha História...

A minha origem é de um menino pobre que nasceu no sertão da Bahia, na cidade de Miguel Calmon. Meu pai era músico de uma pequena filarmônica. Era ele quem me levava todas as noites para o ensaio e ali mesmo me introduziu à música.

 

Havia uma preocupação muito grande por parte de meu pai quando eu ganhei do meu padrinho de crisma um cavaquinho. Ele achava que aquele instrumento não combinava com sua proposta de educação, mas foi aquele cavaquinho que me levou ao que sou hoje na canção. Se foi o meu pai quem me introduziu à música, foi minha mãe quem me introduziu a uma jornada de fé. Ela fazia parte de um movimento de igreja chamado APOSTOLADO DA ORAÇÃO. Esta combinação é o que celebro nestes 40 anos na canção religiosa em 2019.  De um lado a gente percebe que não se vive um ideal sem um instrumento,  por outro a gente não consegue perseverar nesse mesmo ideal sem uma vida regada na FÉ.

 

Em 1975 embalado pelo sonho de São Paulo cheguei à capital dos paulistas no dia 31 de agosto. Ainda lembro como hoje, assustado mas encorajado pela vontade de vencer. Em 1978 conheci um famoso pregador. Era uma tarde de domingo, ele veio pregar na paróquia Menino Jesus de Tucuruvi e naquele instante as pessoas ali presentes sugeriram que ele me convidasse para cantar na sua pregação. Foi o suficiente para em seguida surgir um convite missionário; “Vem comigo! Eu prego, você canta e a gente vai pelo Brasil afora levando a palavra de Deus, animando o povo na fé”. Neimar de Barros exercia um fascínio nas pessoas e impressionava a todos por onde passava.  Eu não pensei duas vezes; larguei o emprego na concessionária Volkswagen e fui pelo Brasil afora com Neimar. Oito meses foram suficientes para conhecer um pouco mais a igreja e para que eu voasse também com as minhas próprias asas.

 

Fui atrás da oportunidade de gravar meu primeiro disco com as Irmãs Paulinas. Com a retaguarda das irmãs e com meus próprios instrumentos, nada foi fácil. Era uma época de censura e em plena ditadura militar o meu sonho de cantor se conflitou com o conteúdo das minhas canções. Eu sempre imaginei que o poeta é acima de tudo um repórter do seu tempo e de sua época. Para mim, era impossível não cantar sobre os problemas sociais do Brasil. Era o que estava na minha história, um jovem migrante nordestino que sentiu na pele tais desafios e o abandono dos governos.  Seria natural que eu cantasse as coisas que retratavam minha vida. Era interessante porque o grande sonho de cantor se confrontou com a temperatura política da época. Qual emissora de rádio poderia executar canções de protesto com tanta censura?

 

Eu, cantor religioso e os meus sonhos: em função dos conteúdos de minhas canções e do meu jeito de apresentá-las, a canção (surpreendentemente) ficou a meu favor. E a canção me acompanha ao longo de 40 anos de viagens missionárias por mais de 2500 cidades brasileiras.

 

Nesta longa caminhada as vezes eu me pergunto: como é que Deus se faz presente na vida de um cantor religioso? Descobri que minha vocação não é me confrontar com este ou aquele grupo, pois sei que a graça de Deus e a sua força estão sempre comigo. Mesmo diante de tantos desafios eu me pergunto se não é o caso de tomar outro rumo na canção... lá no fundo de meu coração, um anjo sopra: "Quem conheceu um amigo, jamais morrerá".

 

Ao longo destes anos, e de uma intensa vida missionária, impossível esquecer daqueles que me acolhem em seus corações: Pe. Zezinho e as Irmãs Paulinas que me  tornam amigos de pessoas que eu nunca vi, e me fazem FAMÍLIA de lares que eu nunca visitei.  Gravei 2 compactos, 3 LP s, 8 CD s e participei de vários discos celebrativos. Em muitos momentos, o Pe. Zezinho me ensinou atravessar grandes tempestades com o seu jeito de cantar e de compor. Acho que só ele falou das flores e dos espinhos sem perder a ternura. Hoje estou vivendo o meu tempo com tal intensidade que só os apaixonados compreendem, afinal, só os apaixonados vão até as últimas consequências.

 

Casado com Niza desde 1991, tudo mudou na minha vida. Se antes eu achava que bastava apenas ser poeta para ver o mundo com os olhos de Deus, descobrir que os olhos de Deus são como os olhos das crianças. Ver o mundo com os olhos de criança é bem diferente e não é necessário ser pai para ver o mundo desse jeito, afinal a gente ama tanto aqueles que entram na gente como aqueles que saem da gente. No meu caso foi a Gabriela quem mudou o meu jeito de ser. Minha filha desde pequena é quem me conduz com o seu olhar para um mundo de paz em tempos de conflitos. É impossível não falar de família tendo um lar tão aconchegante como o meu. Neste instante de minha vida, todas as respostas para o cantor de mais de 40 anos atrás, estão dentro do meu lar. Se para muitos cantar é apenas um gesto de representação artística, para mim ser cantor religioso é testemunhar a vida e no meu caso, A VIDA EM FAMÍLIA. A família sempre foi e sempre será a maior das retaguardas na vivência de uma VOCAÇÃO.

 

De 1991 para cá toda minha obra é para motivar casais e filhos para que eles possam levar ao mundo o que eles vivem de melhor em seus lares. A grande revolução começa na FAMÍLIA; escola de tolerância e de perdão. É neste ambiente que minha história musical fundamenta a importância do AFETO e da MÍSTICA CRISTÃ na construção de uma IGREJA DOMÉSTICA.

Próximos Shows

 

Algumas Fotos

 

É baiano, natural de Miguel Calmon. Em 1975 chegou em S. Paulo como milhões de nordestinos com um sonho na cabeça e muitos desafios pela frente. A música lhe acompanha desde pequeno. Seu pai fazia parte de uma pequena filarmônica no interior da Bahia e foi ele quem lhe ensinou os primeiros acordes. Não foi difícil se ambientar numa cidade como S. Paulo. Ali ele conheceu o Pe. Zezinho, as Irmãs Paulinas e tantos outros que são a sua retaguarda missionária.

 

O primeiro disco foi um compacto duplo com canções que falavam dos problemas das crianças (DIREITOS DO MENINO). Eram quatro canções especialmente escritas para o ano internacional da criança (1979). Em 1980, o primeiro LP chamava-se MIGRANTE - um disco que retratava a sua trajetória e a de milhões de brasileiros que migravam em busca de realizar os seus sonhos. Em 1982, o 2o LP se chamava HISTÓRIAS DA GENTE com canções sobre as questões educacionais no Brasil. Era um disco marcado pelo momento histórico que o nosso país vivia naquele instante. Em 1983, veio o LP TEIMOSIA com canções latino-americanas.

 

De 1984 até 1989 houve uma interrupção nas gravações, mas, foi também neste período que o Antonio Cardoso intensificou suas viagens pelo Brasil. Só neste período ele realizou mais de 600 shows em todo território brasileiro; nas escolas, nas igrejas e com as pastorais. Também neste período, alguns jornalistas o identificaram muito mais como um repórter de sua época e de seu tempo do que simplesmente um artista que chega para representar. Para o Cardoso, é impossível para alguém que contatou tantas culturas e tantas realidades diferentes não transparecer isso no seu trabalho musical.

Após um período sem gravações, veio a canção AMIGO DE FÉ que logo o devolveu para o registro já no período dos CDs.

 

Em 1989 veio o CD ANTONIO CARDOSO com uma seqüência de gravações que deram continuidade a sua obra com a participação de Pe. Zezinho como no CD APRENDIZ que participou como produtor e logo revelou uma canção de sua autoria para todo Brasil chamada IGUAIS, cantada também por várias igrejas cristãs. O CD JUNTOS veio logo em seguida com a canção PAIS APAIXONADOS, O CD QUANDO SE VIVE UM GRANDE AMOR cantando junto com o Pe. Zezinho a canção ACONCHEGO, o CD DIANTE DE TI que deu título ao seu principal projeto ( O AMOR TORNA TUDO NOVO), canção interpretada com o Moacir Franco, o CD AMOR DE PAI que se tornou um marco em sua trajetória com reflexões sobre a importância da figura do PAI no processo educativo dos filhos. Em agosto de 2010 chegou nas lojas o mais novo CD lançado pela gravadora Paulinas/COMEP (PEDE UM AMOR ÀS ESTRELAS).

 

Seus shows falando de família têm lotado estádios e quadras de esportes por onde ele passa. Isso mostra que há uma grande sede com relação a este assunto e Cardoso continua a sua peregrinação com o mesmo sonho do começo, mas, com uma diferença: A SUA CANÇÃO ESTÁ CADA DIA MAIS PARECIDO COM OS PRINCÍPIOS QUE ELE TROUXE COMO HERANÇA DE SEUS PAIS.

Release

 

Discografia

Lista de LP's

Lista de CD's

Parte do Texto principal publicado aqui, foi retirado do site do Antonio Cardoso, com muitas modificações minhas, pois as datas citadas não batem. Também não é citado no texto o LP "Trilhos de Fé" lançado por um selo diferente, já que o artista sempre gravou para a COMEP.
Interessante perceber também, que seus primeiros e mais significativos trabalhos, não foram lançados em CD.
Trabalho de pesquisa: Rodrigo
Imagens: James Igor, Ir Maria Zelandia, Pedro Augusto, Internet e meu arquivo pessoal.

Fonte: http://padrezezinhoscj.blogspot.com.br/2012/02/antonio-cardoso-discografia.html

 

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CD 07 - COLETÂNEA 2012

2012 - Coletânea Pais apaixonados Amigo de fé Natal de luz em família Iguais Se és a minha mãe Glória a ti Senhor Menino nú Amor de pai Sempre mais jovem Uma canção sacerdotal Igreja que se faz Aconchego Familia é dom de partilha Prologo da luz